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11 janeiro, 2013

Cabe ao tempo passagens e paisagens de todos os momentos
Peço as horas que freiem os dias
Para amadurecem devagar com os minutos os meus pensamentos

Pois hoje estou leve
E ainda no balanço do mar perpetuo
Em ritmo lento segue a correnteza

Desacelero todos os meus planos
Deixo para o amanhã novas escolhas
Sinto o flutuar do meu corpo sobre as águas

O calor evapora sensações inquietantes
As ondas batem peito a dentro
Com o sal limpam sentimentos

Às tardes movimentam frases calmas
E às noites ficam em silêncio
Para ouvirem o nascer de ternos batimentos .

4 comentários:

  1. “Para ouvirem o nascer de ternos batimentos”.
    Nossa! Isso é resultado daquela “serra”?
    Bendita seja a serra da descida e da elevação do nosso ser!
    (De fato, nos fez bem!).

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  2. Uou! Que lindo Fernanda!

    Parabéns mesmo! Lindo *_*

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