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25 junho, 2012

Involuntaria...mente


Sono Suma.
Foge daqui.
Estou farta de ti.
Abuso de seus entorpecentes.
Eu não os pedi.
Força-me a algo que não quero. Será que não entendes?
Sinto muito , mas hoje não irei contigo , preciso de outro tipo de abrigo , os teus olhos sempre fecham comigo . Você só observa-me quando estou a dormir.
Ao acordar brigastes porque não queres distância de mim , como se o meu dia fosse resumido em ti . Levo tempo para tirar-te da cabeça , o corpo irrita-se pelos comandos que tento ordenar , sem solução suplico.
Conta-me estórias em plena madrugada e nem sabes se quero escutar , enxergo e as vezes não consigo interpretar . Que sonho maluco foi esse que você me deu?
Agradeço os presentes , compreendo o carinho , contudo , por favor , deixe-me sozinha!

5 comentários:

  1. Olá Nanda boa tarde!
    •Saudades irracionais...

    Seria impossível não encontrar-me neste escrito, afinal o nosso maior amigo o “cochilo” vive em guerra com o inimigo “sono”. Mas, já dizia a música: _ Você não sabe o quanto eu caminhei para chegar até aqui, percorri milhões de milhas e antes de dormir eu apenas cochilei.
    Preços da vida vêm comigo minha amada amiga, nesta noite clara de verão... Sou a vela que te leva longe...

    P.S - Então venha velejar. Içar velas! No aguardo...

    Abraço enorme e um beijo.

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  2. Ai, ai, acho que vou tirar um pequeno cochilo, rsrs

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  3. Como eu gosto do sono! rs
    Amei o texto Fe!
    Bjao

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  4. haha! caramba, bom demais, menina.
    rs

    viajei.

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